Feliz TUDO novo!

dezembro 31, 2010

Todo ano, um ano velho se encerra e um novo se inicia.

Do ano velho, guardamos lembranças boas e ruins, memórias que nos enriquecerem, nos deixaram preocupados, nos alegraram, nos entristeceram, mas no fundo, contribuíram mais uma vez para o nosso crescimento, nossa evolução. Ou não.

E um ano novo sempre nos trás esperanças renovadas, novos sonhos ou velhos sonhos recauchutados, novas metas ou velhas metas não-batidas, novos planos para um vida que se segue, de um jeito ou de outro. Aqui ou aí. Em qualquer lugar.

Tudo que não fora concluído em 2010 será re-energizado com novas esperanças para que em 2011 o seja. E assim consecutivamente.

O importante é sempre acreditar no que é possível, e porque não no impossível. Afinal, sonhar é permitido e é de graça. Por enquanto…

É por essas e outras que eu venho aqui desejar um ano novo repleto de energia, de força de vontade, de pensamentos positivos, além dos velhos e triviais mas não menos importantes desejos de amor, saúde, paz e sucesso para todos.

C.


Projeto: #NACAPADOBATMAN – 1 mês depois…

dezembro 6, 2010

Bom dia a todos que me seguem!

Pois é, nessa última sexta-feira completei 30 dias de projeto #nacapadobatman . Pra quem não sabe do que estou falando é só dar uma olhada na última postagem e conferir.

Foram 4 semanas relativamente tranquilas, sem muitos momentos torturantes e acredito que tenha tirado de letra. Afinal, consegui bater minha meta, ou melhor: ultrapassá-la.

Pelo meu planejamento – que fiz antes mesmo de iniciar o projeto – a meta semanal seria de aproximadamente 1 kg, e a diária de aproximadamente 140 gramas. Consegui ultrapassar essa marca perdendo 1,5 kg por semana e em média 215 gramas por dia. Óbvio que esses valores são aproximados e teve dia que eu perdi menos que o outro. O fato é que, felizmente, estou obtendo resultados desejados nesse projeto. Vejam à baixo uma panorâmica do meu projeto e como o mantenho sob controle:

No entanto, devo creditar o sucesso também à esse resultado ao fato d’eu ter tido uma virose seguido de fortes dores na garganta na segunda semana de projeto que me deixou um tanto debilitado e sem conseguir digerir nada sólido, somente líquidos. Há males que vem para o bem, né?… =)

Enfim, Mas estou bastante animado e empolgado, principalmente por 2 motivos:

1 – Estou conseguindo me alimentar melhor, sem exageros – minha média eram 800 gr por refeição, agora é em média 500 gr por refeição, às vezes menos – , estou vivendo muito bem sem comer pão branco, macarrão, frituras, comidas muito gordurosas – às vezes só de sentir o cheiro do óleo fritando já me dá náuseas – , doces, e curtindo saborear novos alimentos que já havia até me esquecido o sabor como algumas frutas e legumes. O bacana é usar a criatividade para “sobreviver” à esse projeto. Tendo noção do que DEVO comer o do que NÃO DEVO comer, fico criando saladas, pratos e até sanduíches com pão integral, frios e acompanhamentos que nunca havia experimentado simplesmente por já estar habituado à comer aquela boa e velha gordureira, eheh. E isso tem me ajudado, e muito, a me manter saudável e a continuar perdendo pesos e medidas.

2 – O segundo motivo é praticamente uma resposta à esse projeto: camisas que antes ficavam coladas no couro agora estão leves e folgadas, calças que antes ficavam arrochadas nas coxas agora me deixam mais à vontade pra me movimentar – até cinto eu tô tendo que usar pras calças não caírem, rs – , enfim, recuperando peças de roupas que antes já estavam pra ser despachadas pra alguém que realmente usasse-as. Aliado a isso, a sensação de bem estar, a resistência aumentando – já não estou cansando como antes ao carregar as compras do mercado – e a satisfação de ver o meu empenho sendo recompensado. Sem contar a imagem no espelho que à cada semana parece mais agradável.

isso tudo, me motiva ainda mais em continuar, mas não pensem que agora é moleza. Engana-se. Agora começa a parte mais difícil: dar continuidade até chegar na minha meta, 85 kg. Ainda falta perder 11 kg. Mas… vamos nessa!

Agora umas dicas:

a) Esforço: se está realmente intencionado a emagrecer, tem que se dedicar. Em muitos momentos serás tentado por amigos a degustar mil e uma guloseimas. Por mais “inocente” que posa parecer comer uma coxinha ou um risole, resista. Pense em sua meta o tempo todo e, quando chegar lá, poderá sim comer (de vez em quando, não sempre!) um salgadinho ali, um docinho acolá, mas sempre atento à compensar esses famosos abusos de final de semana com bastante líquido na semana seguinte seguido de exercícios.

b) Por falar em Exercícios, digo pra vocês que nesses meus 30 dias de projeto eu só caminhei 2 dias. Isso mesmo. Mas não porque eu não quisesse, mas por que não tive tempo. De verdade. Final de ano pra mim é uma loucura e estou passando por uma séries de problemas pessoais e profissionais que tem me exigido mais do que o normal. Faz parte. Mas não se esqueçam de associar à esse projeto pelo menos caminhadas de 30 minutos 3 vezes por semana. Pelo menos. Isso já ajuda muito e se puder estender para caminhadas de 1 hora de segunda a sexta (meu objetivo) será melhor ainda.

c) Controle: acompanhar a evolução e as respostas do seu corpo é importante também: crie umas planilhas para te ajudar a monitorar seus ganhos/perdas de peso e medidas para saber se realmente está funcionando, o que precisa melhorar, enfim, te auxiliar na busca pelo seu objetivo. Se tiverem interesse, posso enviar a minha tabela (no Numbers, mas converto no Excel se preferir) para vocês. Outra forma de controlar mais de perto é adquirir uma balança digital, que já vem calibrada de fábrica e não perde o registro. Comprei a minha nesse final de semana e já está me dando um feedback bem legal. Como tenho um iPhone, também comprei na AppStore um aplicativo chamado Weightbot que te ajuda a controlar seu peso e ainda te mostra um gráfico de sua evolução. Apenas, US$1.99.

No mais, é isso aí. O projeto #nacapadobatman continua firme e forte e nessa sexta terei nova aferição.

Fui!

O dever me chama!

C.

 

 


Projeto: #NACAPADOBATMAN

novembro 11, 2010

Olá, seguidores e acompanhadores fiéis do meu humilde blog, que parece abandonado mas não é. =)

É essa vida louca vida que não nos permite fazer tudo que gostaríamos de fazer, aí temos que priorizar o que é mais importante e acabamos deixando coisas menos importante para um segundo momento.

E por falar em coisas importantes, é justamente esse motivo importante que me traz aqui hoje, no meu horário de almoço, pra atualizar esse blog e falar um pouco de um novo projeto (na verdade, não tão novo assim) em que estou engajado a desenvolver e a cumprir. Só que dessa vez… pra valer!

Explico.

Há alguns anos (por volta de 2005) eu, que sempre tive um corpo esguio e esbelto (modéstia à parte, rs), me encontrava bem acima do meu peso. Quando me vi beirando os 3 dígitos, resolvi tomar uma atitude: fazer uma plano de emagrecimento. Comecei então a pesquisar, conversar com alguns amigos médicos, consultar alguns livros e depoimentos e acabei encontrando uma dieta que, de acordo com o meu perfil e com o tipo de objetivo que queria alcançar, cairia como uma luva. Ou melhor… como uma capa. =)

É… essa história de “na capa do batman” surgiu não-sei-de-onde quando ouvi alguém mencionando esse “termo” – por email, blogs, internet, por aí – e significava entrar num processo para emagrecer (independente do programa/dieta/regime) e ficar “saradinho/a” pra ficar bem na capa do homem-morcego. Pelo menos foi o que consegui entender. Mas o que importa é que a sonoridade do termo e a irreverência do mesmo acabou sendo usando pra mim para representar esse programa de emagrecimento (mais embaixo eu explico detalhes sobre esse programa…).

Anyway, decidi fazer então a dieta do Dr. Arthur Agatston, um cardiologista americano que desenvolveu essa técnica baseado em vários estudos mas com o objetivo de melhor as funções cardíacas dos seus pacientes. Só que além disso, seus pacientes conseguiram perder peso e se manterem saudáveis e feliz, comprovando a eficiência desse programa. E lá fui eu fazer.

Li todo o livro, peguei algumas receitas e cardápios pra poder fazer mesmo isso acontecer e perder peso. A única coisa da qual eu não abri mão foi da minha cerveja. =) Mesmo assim, após 40 dias eu já havia perdido 12 quilos. E de forma salutar. E tem mais: sem fazer atividade física (como disse antes, tempo é uma coisa escassa nos meu dia. Ou melhor, era… rs). E após provar pra mim mesmo (e pra uns 2 amigos que eu não conseguiria, abandonei o programa e voltei a comer o mundo todo com farinha. Qual não foi a minha surpresa em perceber que eu levei mais de 6 meses pra recuperar aqueles 12 quilos que havia perdido em tão pouco tempo. A dieta do Dr. Agatston realmente funcionou pra mim.

E assim levei minha vida, cheia de atividades mil e comendo tudo que desse vontade. Não tardou em alguns poucos anos beirei novamente os 3 dígitos. Entonces… projeto#nacapadobatman novamente em ação e mesmo demorando um pouco menos do que a primeira vez (algo em torno de 32 dias) perdi uns 15 quilos. Maravilha! Talvez porque dessa vez eu tenha associado com a natação. Mas meu “peso maravilha” não durou muito: tive crise de coluna, voltei a me alimentar mal, voltei a ficar ocioso e perto das festas de final de ano, um monte de preocupação na cabeça e tal… e acabei comendo tudo de novo e engordando. Demorei pra engordar… mas engordei.

Engordei tanto que recentemente eu não cheguei perto dos 3 dígitos: eu ultrapassei. 101,5 quilos. Isso pra minha cabeça é incomensurável!! Pô… eu pesava 77 quilos há 10 anos, caramba!! E resolvi, mais uma vez, recorrer ao ensinamentos do já íntimo (quase um “tio”, rs) Dr. Agatston. Projeto#nacapadobatman – III Edição no ar…

Só que dessa vez, tendo em vista diversos fatores como: peso maior, idade maior, maiores problemas na coluna e no joelho, etc… resolvi fazer melhor. Seguir à risca as dicas do nosso Doutor. E isso quer dizer basicamente pra mim: alimentação correta, exercícios físicos… e nada de bebida alcóolica. E pra isso, eu já comecei a me preparar uns 15/20 dias antes pra entrar nesse projeto bem preparado física e mentalmente. Comecei a reduzir a quantidade de minha alimentação (comia quase numa bacia, rs), comecei a evitar frituras, gorduras, conservas, massas e principalmente açúcares, comecei a organizar meus horários de trabalho/lazer/descanso. Isso tudo em ajudou bastante a encarar essa 3ª edição do #nacapadobatman de forma tranqüila, sem traumas, sem estress e o melhor: sem passar fome.

Hoje estou completando 7 dias de projeto. Amanhã tem pesagem e registro de medidas corporais onde registro numa tabela toda organizada onde defino minhas metas mensais, semanais e até diárias  de alimentação, calorias, exercícios e projeção de perda de peso e medidas. É… o negócio é sério e pretendo perder 16 quilos até o fim do projeto que está datado para o dia 04 de março, sexta-feira de Carnaval. Nesse dia eu volto a beber pra comemorar meus resultados e volto a abusar de algumas guloseimas e gorduradas, às quais eu ficarei longe por 120 dias. Ou não. A proposta desse programa é também a de educar o nosso organismo para que ele não sinta mais necessidade de comer alimentos que só fazem “encher o nosso bucho”. E como já estou mais pra 40 do que pra 20… chegou a hora de se cuidar, né não? =)

Pois bem, alguns de vocês devem estar curiosos pra saber como é essa dieta, como funciona, quais os princípios, alimentos permitidos e proibidos, fases do prorgama, etc… Calma. Antes que vocês corram pro Google (se já não o fizeram enquanto liam meu texto) o papai aqui preparou um resumo pra ajudar vocês a entenderem melhor a DIETA DE SOUTH BEACH e, quem sabe… cair na #capadobatman também! Minha mulher já começou o seu projeto #nacapadabatgirl =P

Boa sorte! Pra mim, pra ela e pra vocês!

PS.: Algumas pessoas podem (e irão) criticar essa dieta, assim como criticam tantas outras. Fato. Eu resolvi investir nesse programa porque li tudo sobre ela e decidir fazer. Comigo funcionou. E duas vezes. Mas se pesquisarem um pouco à fundo irão perceber que esse programa é muito simples, sem contra-indicações, apenas com ressalvas à pessoas com problemas cardíacos graves, de circulação e gástricos. Mas nada que um bom acompanhamento médico não ajude a controlar.

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DIETA DE SOUTH BEACH | por Dr. Arthur Agatston

O cardiologista americano Dr. Arthur Agatston criou essa dieta para seus pacientes visando inicialmente reduzir a ocorrência de doenças cardíacas. Notou-se que também funcionava como dieta para emagrecimento.

A dieta de South Beach não visa limitar ou eliminar o consumo de carboidratos, nem de gordura. Também não propõe limites em termos de quantidades, de acordo com o Dr. Agatston, seguindo essa dieta, a pessoa pode comer até se sentir satisfeita. O que essa dieta incentiva é a identificação de quais carboidratos e gorduras são considerados bons e incentivar a incluí-los na dieta.

A dieta de South Beach é dividida em 3 fases, sendo que a terceira deve ser seguida por toda a vida. A única fase que restringe totalmente um grupo de alimentos é a primeira fase.

FASE 1

A primeira fase da dieta de South Beach prevê uma duração de 2 semanas (não deve passar de 20 dias!), onde a maioria dos carboidratos são retirados da dieta. A pessoa pode perder até 5 quilos na primeira fase. (eu perdi 3 quilos na primeira vez e 5,5 quilos na segunda, rs)

FASE 2

Na segunda fase, alguns alimentos são reintroduzidos na dieta, como algumas frutas e alguns carboidratos. A segunda fase deve durar até que a pessoa atinja o peso desejado. (estabeleça antes seus objetivos, associe com atividades físicas regulares e essa fase poderá ser bem curta… algo em torno de 20 a 30 dias, à depender das suas metas)

FASE 3

A terceira fase da dieta de South Beach na verdade não faz mais parte da dieta em si, visa manter os hábitos alimentares da fase anterior, sendo mais como uma reeducação alimentar que deve durar por toda a vida. (aí só depende de nós!)


Alimentos Proibidos e Permitidos em cada fase da Dieta de South Beach

FASE 1 – ALIMENTOS PERMITIDOS

Carnes, peixes e aves
cortes magros de carne de boi e de porco, frango sem pele (peito de preferência), peito de perú, lombo canadense, peixes e frutos do mar em geral (todos).

Saladas, legumes e grãos
brócolis, couve-flor, alcachofra, pepino, arpargo, espinagre, berinjela, tomate, alface, cebola, cogumelos, aipo, broto de alfafa, abobrinha, feijão, lentilha, vagem, grão-de-bico, nozes, castanhas.

Laticínios e semelhantes
leite desnatado, iogurte desnatado, queijos sem gordura (cottage, ricota, versões light), tofú, ovos.

Óleos e temperos
óleo de canola e azeite de oliva; pimenta do reino, malagueta, caiena, raíz forte. Temperos sem açúcar em geral. Adoçante pode.

Doces
limite de 75 calorias diárias. Prefira os Diets.

Frutas
limão

Bebidas
água, chás diversos (de preferência, chá verde), suco de limão, café (c/ adoçante à gosto). Alternativa: H2Oh (evitar o excesso)


FASE 1 – ALIMENTOS PROIBIDOS

Bebidas
Todas as bebidas alcoólicas, inclusive cerveja, whisky e vinho.

Frutas
Todas as frutas e sucos de frutas, exceto limão.

Saladas, legumes e grãos
Legumes ricos em amido como batata e inhame. Também devem ser evitados cenoura, milho e beterraba.

Outros
queijos gordos, pão, cereais, arroz, macarrão e alimentos assados em geral. Doces, sorvetes, geléias, salgadinhos e guloseimas em geral.

FASE 2 – ALIMENTOS PERMITIDOS E REINTRODUZIDOS

Todos os alimentos da FASE 1 e os seguintes alimentos podem ser reintroduzidos na sua dieta:

Frutas e Sucos
maçã, banana, grapefruit, uva, manga, laranja, pêssego, ameixa, morango, melão, cereja, kiwi, pêra. Dica: introduzir moderadamente.

Saladas, legumes e grãos
cenoura, batata-doce, grão-de-bico, arroz integral, ervilha.

Outros
alimentos a base de soja, chocolate amargo e meio-amargo (com moderação), pães com grãos, massas integrais, biscoitos e torradas integrais, vinho tinto. Dica: introduzir moderadamente.

FASE 2 – ALIMENTOS PROIBIDOS

Alimentos que continuam proibidos durante a FASE 2 da dieta:

Frutas
melancia, abacaxi, uva-passa, graviola, jaca, sucos de fruta industrializado.

Saladas, legumes e grãos
beterraba, milho, batata comum.

Outros
alimentos com farinha refinada como pão branco. Arroz branco, macarrão, massas em geral, cookies. Salgados e frituras, doces em geral. Creme de leite.


FASE 3 – MANUTENÇÃO

Os alimentos que eram proibidos na FASE 2 devem ser evitados ao máximo, porém, não de forma tão rigorosa. Seu corpo pode já estar adaptado à uma nova realidade alimentar mas se sentir realmente necessidade, evite exageros. Mas caso isso aconteça, basta voltar à 1ª FASE por outros 10/15 dias.

O objetivo maior dessa fase é conservar o seu peso (definido antes nas suas metas, lembra-se?). Mas não impede que vez ou outra você consuma uma batata-frita, umas cervejas, uma pizza. Provavelmente não conseguirá comer como antes (principalmente em relação às quantidades, rs) mas caso sinta vontade ou até como forma de não se sentir ‘anti-social’, fique à vontade. Porém, tenha em mente que esses alimentos não melhoraram a sua forma, e sim, contribuirão para que volte ao que era antes. É isso que você quer? Acho que não. Portanto… moderação! E se sair da linha, capricha na malhação e na sopinha do dia seguinte, e volta à fase 1 por 10 a 15 dias pra voltar ao seu novo “normal”… =)

É isso aí… quem quiser saber mais é só procurar o livro DIETA DE SOUTH BEACH nas livrarias ou, se der sorte, em PDF pela internet (eu, infelizmente não achei, mas se encontrar coloco o link aqui).

Grande abraço!

O “bat-sinal” do almoço tá me chamando… fui!

C.


Cadê meu iPhone 4 ???

outubro 26, 2010

Olá, fiéis seguidores (se é que ainda tenho algum). Sei que minha presença aqui no blog tem sido cada vez mais rara, mas com essa vida atribulada, fica difícil manter a assiduidade.

E também, o novo propósito desse blog – que é o de falar bem e elogiar a quem merece mas, principalmente, o de reclamar, botar a boca no mundo, falar mal e criticar aqueles que prestam serviços horrorosos e até desumanos à nossa sociedade.

E que me trouxe novamente à esse espaço para reclamar (tava demorando) foi a nossa velha amiga Oi. É, a operadora de ‘telemóvel’ mais cri-cri de toda terra tupiniquim. Sei que a Vivo tem suas falhas, assim como a Tim e a Claro, mas nesses últimos anos a Oi tem me tirado o sono constantemente. Mas calma, antes de meter o pau na dita cuja, queria dizer que antes do último episódio que irei relatar nos próximos parágrafos, a Oi foi atenciosa e generosa me oferecendo promoções e descontos sem eu nem solicitar. Ponto positivo pra ela. Mas também, depois de tantos ‘foras’…

Mas, vamos lá. Cadê meu iPhone 4??

Como alguns de vocês já sabem, há pouco menos de 2 meses aportaram por aqui um dos gadgets mais cobiçados da Apple: iPhone 4. Essa nova versão veio pra por seus concorrentes pra comer (mais) poeira. Mas, mesmo antes deles chegarem, eu, como um bom entusiasta dos produtos da maçã, já comecei a me mexer pra viabilizar a aquisição desse novo ‘brinquedinho’ , que pra mim é muito mais do que isso mas ninguém acredita. Anyway…

Fiz alguns contatos com amigos, parceiros de lista, vendedores e importadores para sondar a possibilidade de trazer/comprar um pra mim. Nem precisa dizer que os valores cobrados lá fora, mesmo com as taxas e tributos ainda ficam mais baratos que comprando aqui, né? O único mal: pagamento à vista. E isso é coisa pra rico ou economista. Como no momento não sou nenhum dos dois, acabei desistindo de comprar lá fora e decidi esperar chegar ao Brasil.

Pois bem, chegou. E lá vai eu sondar na minha amada operadora Oi a possibilidade de adquirir um, tendo em vista que eu possuo o Oi Conta Total 3 e, segundo eles mesmos, isso me garantiria um desconto na conta de R$ 1.750,00 dividido em 10 meses de fatura. Bastante atraente, porém, um problema: os aparelhos haviam acabado. Até entendi esse ‘acabar’, tendo em vista a quantidade de aparelhos que eles compraram (poucos) X a demanda de gente interessada em por as mãos numa iPhone desses.

Mas aí me veio uma surpresa legal: Me disseram que eu poderia me cadastrar lá e, assim que chegasse os novos aparelhos (segundo eles, chegariam em menos de 1 semana) eles entrariam em contato e eu poderia tranqüilamente me dirigir à loja em questão e comprar meu ‘iP4’ em 10 suaves prestações e com um descontão! =) Saí de lá com um sorrisão na cara e, ansioso, esperei durante todos os longos 7 dias que se passaram como se fossem anos. E nada. Ninguém me ligou.

Me dirigi à loja – essa, no Shopping Barra – e relatei o fato. Me disseram que haviam chegado e acabado. Pô!!! E eu?!! Pacientemente, imaginei que outros tantos sortudos estariam na minha frente na tal lista e acabaram comprando o aparelinho da Apple. Solicitei novamente que me avisassem caso os novos aparelhos chegassem. segundo eles, dentro de 15 dias. Esperei. Mas não sem fazer nada….

Fui imediatamente à outros 3 shoppings da cidade – Iguatemi, Salvador e Paralela – e fiz a mesmíssima coisa: perguntei pelo iP4, me disseram que chegou mas já tinha acabado (eles só sabem dizer isso…), me cadastrei em todas essas lojas (no Salvador Shopping, me cadastrei em 2 lojas da Oi) e aguardei. Pacientemente.

Antes desses intermináveis 15 dias passarem, ouvia de todos os lados amigos e conhecidos comentando que já haviam comprado. Na Vivo, na Claro, na Tim… e até na Oi. Comecei a me sentir um otário e resolvi buscar essas outras operados afim de avaliar as condições e pacotes para se adquirir o iP4. De todas, a mais atraente foi a da Vivo: R$ 1.200,00 (16gb) em 10x no cartão + R$ 150,00 (aproximadamente) para a multa pelo cancelamento do contrato da conta – ele já vem desbloqueado.

Mas, mesmo a Vivo me esfregando na cara esse iPhone4, decidi esperar pela Oi e comprar na mão deles. Afinal, eu praticamente não pagaria pelo iPhone4 comprando-o na loja da Oi…

E assim os 15 dias passaram e lá vai eu, novamente, em algumas dessas lojas saber se os aparelhos haviam chegado. Nada. segundo eles, só em novembro. Outros, com a velha conversa que ‘chegou mas acabou’ e não sabiam quando chegariam mais. Outros, afirmando que só chegariam em dezembro. Pô… já comecei a ficar sem paciência…

Depois de ouvir de minha amiga @vickasuarez sobre um problema que ela teve na Revlon e que, após tuitar sua queixa no Twitter, foi prontamente atendida por eles, com os mesmos enviando um novo produto para sua residência. Diante dessa experiência, resolvi fazer o mesmo no meu Twitter: desabafei e falei sobre como poderia me cadastrar em várias lojas em vários lugares e não receber nem uma satisfação à respeito? Sou cliente há vários anos, procuro pagar minhas contas em dia, apesar de tantos problemas com a Oi ainda continuo apostando nela (sabe Zeus porque…) e acreditando que não preciso migrar (mais uma vez) para outra operadora. Ou preciso?!

Essa é a questão atual. No feriado de ontem – dia dos comerciários – a Oi me surpreendeu mais uma vez. Me mandou um tuite. É!… à princípio pensei que fosse gozação de alguém mas era ela mesmo. Me escreveu dizendo que os novos iPhone4 haviam chegado em algumas lojas e me pediu que eu me dirigisse à elas para adquirir o aparelho. Na agonia e na felicidade, acabei indo correndo e dando de cara na porta fechada do shopping. Era feriado… =P

Mas hoje, ao abrir o shopping, fui logo ver se os aparelhos já estavam lá à minha espera!!….. (pausa pra respirar)… Pois é… não estavam. E, segundo o atendente, os aparelhos só chegariam em dezembro. Fui em outras duas lojas em outros 2 shoppings e a mesma coisa. Cheguei a tuitar pra eles (pra quem quer saber, o twitter deles é @digaoi ) solicitando que entrassem em contato comigo para vender pelo telefone – um amigo meu conseguiu comprar assim – ou mesmo, que me informassem QUAIS eram as lojas que tinham recebido os aparelhos (porque as que eu fui só recebem promessas…). Nada. Solicitei a mesma coisa pelo telefone e eles ficam jogando a gente pra lá e pra cá nos fazendo parecer uns bobos.

Não sei se é de propósito, não sei se é falta de organização e de informação pra eles e entre eles, não sei se é máfia (só compra quem conhece alguém lá dentro), não sei se foi puro azar da minha parte, não sei se foi tudo isso junto ao mesmo, Não sei se a Apple está contra mim (duvido, rs). Só sei que QUERO comprar o iPhone4, PRECISO comprar meu iPhone4, e a minha operadora OI não está querendo ou conseguindo.

Em consideração aos bons momentos juntos que passamos vou esperar. Mas em consideração aos maus tratos e descasos no atendimento, não vou esperar muito.

Agora tenho que ir… a Vivo acabou de me ligar.

Fui!

C.

 


Chan Studios de cara nova e blog novo!!

agosto 20, 2010

Fala, meus fiéis seguidores e oposição!!!

Cá estou, após longo tempo ausente (tempo é uma coisa que me falta ultimamente) para falar de coisa boa!

Hoje, excepcionalmente, não vou meter o pau em ninguém, nem processar, nem criticar, nem nada depreciativo. Pelo contrário.

Minha postagem hoje será para informar novas mudanças no meu estúdio. A primeira é a mais importante: a marca.

Quando foi lançada, em 2006, sua composição foi elogiada e comentada por muitos (amigos, clientes, fornecedores, etc.). Sua concepção fora baseada no conceito de que eu, quando era pequeno, era considerado um “capeta” pois aprontava horrores, pintava o sete e dava muuuito trabalho para os meus pais.

Esse conceito, digamos, foi aceito por 90% do meu público. Mas a necessidade de renovar a marca surgiu justamente por causa dos outros 10%, representados basicamente por clientes religiosos, crentes, adventistas, evangélicos e simpatizantes que viam na minha marca um “impecilho” para concretizarem uma negociação. Já tive cliente batista que desistiu de um trabalho só porque sugeri lhe apresentar um CD “demo” do meu portfolio…

Enfim, diante dessa realidade, resolvi reformular e isso me levou um certo tempo. Pra falar a verdade, a nova marca foi criada há quase 2 anos, durante estudos paralelos para utilizá-lá na divisão de Ilustração do estúdio. Mas resolvi usá-la definitivamente como minha nova identidade.

Veja abaixo a evolução da marca do CHAN STUDIOS:

 

Essa mudança, no entanto, não para por aí.

Como todo PIV – Projeto de Identidade Visual – a marca deve sempre vir acompanhada de um time de frente representado basicamente por cartões de visita, timbrados, envelopes, pastas, folders, e papelaria em geral. Isso tudo já está em desenvolvimento (minha prioridade ainda são os meus clientes, rs), mas além disso tudo, outra parte também tem sua importância: a divulgação.

E nos tempos de hoje, a melhor divulgação é pelos meios digitais. Além de algumas serem praticamente “de grátis”conseguem atingir um enorme público. Estou falando de site e blog.

O site, obviamente, trará em sua estrutura algo simplificado e objetivo com o propósito de facilitar ainda mais para quem procura desenvolver um trabalho com a gente. Ainda está em planejamento, mas o portfolio pode ser conferido AQUI.

Já o blog, já está pronto e funcionando. Irá funcionar como um canal de comunicação entre mim e todos que queriam conhecer um pouco mais sobre o nosso trabalho, e mais: aproveitar um canal que informa, diverte, descontrai e partilha informações importantes, tanto para os clientes, fornecedores e amigos, mas também, para os colegas ilustradores e designers que queriam aprender e trocar informações relevantes para nosso segmento.

Para acessar o blog, clique AQUI.

Ainda estamos analisando a possibilidade de usar o Twitter para seguir (e ser seguido, é claro! rs) por personalidades e empresas bacanas que valem a pena! Mas, até lá, podem seguir esse que vos escreve (se quiserem correr esse risco)… vai lá: @ChandlerVaz Assim que o Twitter do estúdio estiver funcionando, aviso vocês.

Além disso, estamos analisando novas propostas de negócios e existem também a possibilidade de nos tornarmos uma “loja”… mas isso é segredo ainda. Aguardem…

É isso, galera. Como dizem por aí… “é em momentos de crise que a gente cresce”, e na atual conjuntura, a melhor coisa é repensar nossos passos e projetar novos rumos. Faça isso vc também. Sempre.

=)

Grande abraço!

C.


Repercussão positiva… será?

abril 26, 2010

Fala, meu povo!

Cá estou eu de volta, no intervalo entre um projeto e outro pra bater papo, desabafar, criticar, sugerir, enfim… escrever sobre tudo e todos! Sem distinção!  =P

Pois é… a bola da vez é prata da casa mesmo: Um post do meu blog, de quando Nicolle ainda estava com 33 semanas e blá – para ver o post clique AQUI – onde eu relatava a evolução semanal de minha filhota que estava prestes a nascer.

Independente do texto do post, o que parece ter chamado realmente a atenção de algumas futuras mamães foi a imagem, que era uma adaptação do convite do Chá de Bebê, baseado no modelo de fraldas que a gente mais gosta, a Pampers. Vejam:

Recebi algumas mensagens dessas pessoas comentando sobre como o convite estava lindo, bacana e tal, e pedindo pra poder “copiar” ou “ensinar a fazer”. É interessante ver um trabalho nosso sendo reconhecido, apesar d’eu mesmo não ter achado essa “criação” minha original – vi algo parecido em algum lugar e minha mulher também, tanto que foi ela quem sugeriu algo desse tipo – , na verdade foi uma alternativa rápida já que a minha idéia mesmo era fazer algo… digamos… tridimensional. Não vou citar pra não “chuparem”. =)

Mas, enfim, essa situação me faz recordar de outros momentos na minha vida onde recebi alguns elogios por isso ou aquilo (muitos deles eu nem concordo, mas…) e que, na verdade, com o passar do tempo e com a experiência adquirida, esses “elogios” não são tão valiosos quanto deveriam ser.

Sei que alguns irão me criticar por estar escrevendo isso, e em parte, têm razão. Mas, vou explicar o contexto: Sou o primeiro a dizer que uma palavra de apoio, de valorização, de agradecimento e de reconhecimento são peça-chave para um bom relacionamento e mais, de motivação para o indivíduo, tanto pelo lado pessoal como profissional. Mas já imaginaram se, por exemplo, pegarmos um artista famoso… sei lá… vamos inventar um. O Bill Miklos! Pronto…

Bill Miklos, artista gráfico, pintor, reconhecido por muitos e tal. Já imaginaram o que o Bill Miklos faz pra sobreviver? Pintar, é claro! Criar peças gráficas, artísticas, quadros, painéis decorativos, etc. E todos que conhecem o trabalho do Bill, sabem os anos que ele investiu em cursos, em aprendizado, investindo em sua arte, em seu talento, em seu trabalho. Por isso mesmo, o aplaudem quando o vêem numa exposição, ou comentam positivamente quando lêem à seu respeito numa revista. Muitos adorariam ter um quadro do Bill em sua sala, ou mesmo, um painel super-bacana e bonito na sala de reunião do seu escritório. Mas esses muitos que “desejam” tudo isso, se esquecem que tudo isso que Bill faz… tem um preço. O preço do seu esforço, do seu talento, do seu trabalho.

Poucos reconhecem o trabalho de um artista, muitas vezes galgado em anos de dinheiro investido em material, em escolas, cursos, academias, em noites mal dormidas sem mal poder curtir seu próprio filho recém nascido que, por falta de tempo, nem teve um convite para seu Chá de Bebê. Nem tem, na verdade, Chá de Bebê. Sabem porque?! Porque o seu trabalho não vendia. Ou melhor, vendia, mas não o suficiente. Os poucos que reconheciam o trabalho e talento de Bill Miklos, valorizavam os seus quadros e painéis não só com palavras de reconhecimento e admiração, mas com a valorização dele. Sabem como?! COMPRANDO os quadros do Bill. Afinal, um artista, ou mesmo um médico, engenheiro, arquiteto, músico, vive de sua “arte”, de seus estudos e investimentos constantes em aprendizado e evolução, como então, não cobrar por isso?! Pensem nisso antes de pedir algo pra alguém, pois esse “algo” pode ser o instrumento de sobrevivência desse alguém…

Essa historinha que estou contando me fez lembrar que certa vez, uns amigos meus de infância montaram uma banda. Tocavam todas as noites pra apurar o repertório e a qualidade de sua música. Em pouco mais de 1 ano, resolveram gravar um CD. E em uma de minhas visitas a um deles, pedi pra ouvir o som da banda. Adorei! Muito bom! Uma batida forte, com personalidade… muito interessante. Diria até que era “altamente comercializável”. Pois bem, logo em seguida perguntei onde estavam vendendo o CD que eu queria comprar! Mas fui imediatamente interrompido com um rompante “Não! Que é isso, Chandão!! Você é meu brother!! Toma aqui! Esse é seu!”. Nesse momento fiquei feliz em receber aquele CD que me fora dado de presente, mas… ao mesmo tempo me senti incomodado. E um pensamento me surgiu à cabeça: “Pô… fulano é gente fina, conhece um montão de gente… já imaginou? Dar um CD pra todo mundo que aparecer aqui e gostar da música dele?”. Isso tem um lado interessante, o lado do Marketing. Faz bem abrir mão de uma parcela do seu produto pra investir em auto-promoção. Mas o que eu havia pensando se tornou realidade. Eles deram mais CDs do que venderam. Resultado: Não duraram 3 anos. Não foi por falta de talento. Isso eu sei. Talvez tenha sido por falta de visão empresarial, visão empreendedora, ou algo do tipo. Queria ter estado mais por perto pra poder ter ajudado a “vender” esses CDs. Mas o fato é que, eu não aceitei o presente que ele me deu. E ele não se sentiu mal, sabem porque? Por que eu disse pra ele: “Nego véi, me deixe valorizar ainda mais o seu trabalho. Me venda seu CD. Faço questão.”… ele chorou, me agradeceu, e me vendeu o seu CD que guardo até hoje com  muito carinho e ouço sempre que dá vontade.

E assim como ele chorou, eu também chorei, mas não só nesse momento, em muitos outros. Quando vejo um trabalho bem feito, seja por quem quer que seja, se sinto vontade de ter, aprender, etc… a primeira coisa que pergunto é “quanto custa? ” E, a depender do que seja, não aceito pagar menos do quanto acho que vale. E se achar caro, ou peço um desconto “viável” ou agradeço e vou embora.

Talvez seja isso que falta em muita gente: a sensibilidade para perceber que tudo na vida tem o seu valor. Cabe a nós nos valorizarmos perante a sociedade (consumista ou não) e sabermos dar valor às coisas. Não sei se vocês sabem mas, nesse mundo em que vivemos, nada é de graça. Até o ar que respiramos tem um “preço”.

Desculpem se me fiz alongar, mas coisas como essas me fazem refletir bastante à respeito. Já existiu uma época em que eu “dava” meus trabalhos em troca de promessas, de trocados e até por pena de algumas pessoas que pareciam pobres ao ponto de ter uma empresa de quase R$ 500.000,00  e não poder bancar um cartaz de R$ 300,00. Esse tempo acabou.

Às pessoas que me procuraram na época – como estava sem acessar meu blog, acabei nem respondendo à tempo e seus filhos já devem ter nascidos, rs – e às que me procuram ainda para pedir certas “ajudas” só tenho algo a dizer: Sou Ilustrador e Designer. Investi mais de 20 anos na minha vida profissional, acordo todo dia às 5h30 da manhã pra cuidar de minha filha, sair de casa pra encarar quase 1 hora de engarrafamento pra deixá-la com a babá na casa de minha mãe, depois mais meia-hora para o escritório onde fico 8 horas seguidas (quando não faço hora extra) trabalhando, depois saiu constantemente pra reuniões de trabalho ou mesmo, volto pra casa pra dar continuidade a outros projetos, depois pego minha filha e minha mulher e vou pra casa, depois de quase 1 hora de trânsito, chegando por muitas vezes às 22h em casa e mal sobrando tempo pra curtir minha mulher e minha filha por conta do cansaço e da exaustão, sem contar os finais de semana que tiro pra trabalhar pra aumentar o faturamento familiar e dar uma vida melhor para elas, sobrando-me pouquíssimo tempo para ler um bom livro, ir à praia, levar minha mulher ao cinema, minha filha ao parque, sair pra tomar umas com os amigos, enfim… CUSTA CARO abrir mão de certas coisas. Já imaginou se todo mundo que chegasse pra mim e me pedisse que criasse um cartão de visita, uma logo para sua empresa, um mascote para sua escola, uma ilustração para o seu produto, eu desse? Ia viver de quê? De doação? Quem iria doar pra mim comida, roupas, combustível e alimento para minha família? Na vida temos que fazer escolhas o tempo todo. E a minha escolha de vida atual, foi ser profissional e agir como tal. Quer ganhar alguma coisa de mim? Prove que merece.

E pergunto pra essas mesmas pessoas se quando elas vão à alguma loja, pedem uma roupa de presente? Quando vão à um restaurante, pedem uma refeição de graça? Quando estão doentes e vão ao médico, o atendimento é gratuito?! Se outros fazem caridade, eu não faço. Ou melhor, até faço. Mas, como diz agora há pouco, pra quem merece e pra quem eu acho que  precisa.

É isso…

Me desculpem os que não concordam comigo, afinal todos têm o direito de discordar. Também não quero assumir uma postura radical à ponto de “nunca fazer nada de grátis pra ninguém”, mas em determinada circunstâncias, acho que cabe à nós, cidadãos consumidores que somos, reconhecer um trabalho e dar o devido valor a ele. Pois pra mim, é mais fácil dar de cortesia um trabalho meu pra alguém que se oferece a pagar do que a quem já chega “pedindo”…

Eu penso assim.

C.


Batalha contra a Oi… vencida!

março 23, 2010

Antes de mais nada, queria pedir desculpas à todos que frequentam (ou frequentavam) meu blog.

Estive de fato longe daqui por diversos motivos. O maior deles? Falta de tempo.

O segundo semestre de 2009 não foi tão bom quanto o primeiro. Foi repleto de problemas, confusões, desentendimentos, enfim… uma série de coisas que acabaram por prejudicar inclusive o meu rendimento profissional. Mas, ao final do mesmo período consegui “ressuscitar” e resolver a maioria dessas pendengas.

Mas, voltando ao assunto do título… quero dizer que estou muito feliz com o resultado da minha peleja com a Oi.

Pra quem não leu meu último post (emitido em 10 de julho do ano passado) tive um problema sério com a Oi – cobranças indevidas – e depois de receber vários comentários, e-mails, mensagens e telefonemas à respeito, consultei alguns advogados que me instruiram a processar a mesma.

Porém, antes disso, entrei em contato mais uma vez com eles afim de tentar resolver isso da melhor forma. E não é que eles reconheceram o erro?!! Finalmente.

Depois de alguns meses preparando o material e a documentação para dar entrada na ação, tive o conhecimento de que não estava mais devendo uma fortuna como haviam me informado, e só haviam pendentes duas contas no valor de R$ 0,40 e R$ 1,40. Perguntei o porque daquilo e me informaram que se tratava de um engano mesmo, me pediram 1000 desculpas e tal.

Alguns advogados e amigos me disseram pra não aceitar isso e entrar assim mesmo com a ação pedindo danos morais e etc, mas como não pretendo sair levando vantagem em nada, resolvi por um ponto final nessa história.

E olha que eles foram quem saíram ganhando pois ainda continuo com minha conta na Oi. Acho q mereceram essa “credibilidade” pelo reconhecimento do erro deles, né? Pois é… e até agora, tá indo tudo bem. Espero que continue assim.

No mais, acho que vou retornar com as minhas atividades bloguísticas. Sinto falta de expor minhas idéias e pensamentos por aqui, sabe?! Resta saber se vou continuar com o Chan+Blog ou se vor criar outro com outra temática…. alguma sugestão?!