Começando bem… mal.

janeiro 3, 2011

O ano novo começou lindo e ensolarado, e em Salvador, assim como em alguns lugares maravilhosos do nosso planeta, isso é quase uma ordem superior: bora pra praia!!

E foi com essa frase que comecei o meu domingo, acordando cedo e (tentando) acordar as minhas mulheres pra gente curtir esse dia gostoso juntos e aproveitar o restinho de recesso que ainda me restava.

Após algumas horas de arrumação, lá estávamos nós à caminho de Vilas do Atlântico, reduto onde sempre escolhemos por ser um local não tão longe, porém agradável. Só que não contávamos com as intempéries do verão soteropolitano:

Engarrafamentos, praias lotadas, sem estacionamento, sem lugar nas barracas, um caos. Parecia que todo mundo em Salvador resolveu ter a mesma ideia que a gente.

Eu já tinha mandado minha paciência pro espaço (e peço desculpas à minha mulher @AnaPaulaKika pelas grosserias desnecessárias) quando decidi que não valeria à pena perder a viagem. Ficamos na areia mesmo, sem barraca, sem guarda-sol, só uma toalha e as coisas das meninas.

E assim seguimos brincando, curtindo um banho de mar, uma delícia. Mas a paz não demorou muito: brincando com Nikki na água pulando as ondinhas pra dar sorte (ironia, né?), uma onda veio e bateu forte na gente e me fez perder o equilíbrio e cair sobre algumas pedras, me cortando no dedo e no joelho. Aparentemente, nada grave, continuamos a brincar.

Uma hora depois, resolvemos ir embora (a praia tava parecendo o piscinão de ramos) pra almoçar e voltar pra casa. Ainda tínhamos que encarar comprinhas no supermercado.

Até aí tudo bem. Passamos a noite em casa vendo TV, brincando, lanchando, twitando e eu, tirando umas musiquinhas infantis pra Nikki no violão quando comecei a sentir fortes dores na mão direita. A mão que aparou a nossa queda no inocente acidente na praia. A mão que eu uso pra desenhar, trabalhar, escrever, fazer praticamente tudo. Estava machucada.

Resolvi dormir e ver se a dor passava, mas mal consegui dormir com as fortes dores que sentia e hoje, logo cedo ao sair de casa, fui logo ao hospital. Após alguns exames e raio-x, o resultado: fratura do dedo.

Mesmo assim fui trabalhar. Tinha uns problemas pra resolver, mas o médico me aconselhou, como trabalho quase que dedicadamente com a mão direita, 2 dias de repouso. Difícil, mas… necessário.

E agora estou aqui, em casa, catando milho aqui no iPad pra digitar esse post (perdoem os erros de grafia, viu?) e contar de uma vez essa minha primeira aventura de 2011.

Mas sabem de uma coisa? Não estou triste e nem preocupado. Sabem porquê? Porque, o que importa é que minha pequena princesinha do mar está bem, sã e salva. E esse macaco velho aqui se recupera já, já. =)

Obrigado a todos que mandaram twits, mensagens, e-mails, os que ligaram e a todos que se preocuparam comigo e com minha filha. Apesar de tudo estamos bem e não foi nada grave. Bola pra frente!

Ah! E aproveitando, queria indicar um aplicativo que já uso há um tempão e que hoje, mais uma vez quebrou meu galho: LogMeIn

Um aplicativo que você pode acessar de qualquer computador conectado à internet (Macs, PCs, iPhones, Blackberrys e iPad tb, é claro!) para, remotamente, controlar seus outros computadores, seja de casa, do trabalho, de qualquer lugar. Possui uma versão gratuita (muito boa!) e uma versão paga (melhor ainda!). Vale a pena conferir e testar.

Bom, chega por hoje. Minha mão já cansou demais, apesar de que com touchpad, mouse e caneta cansarem beeeem mais! Eheh

Inté!

C.

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Cadê meu iPhone 4 ???

outubro 26, 2010

Olá, fiéis seguidores (se é que ainda tenho algum). Sei que minha presença aqui no blog tem sido cada vez mais rara, mas com essa vida atribulada, fica difícil manter a assiduidade.

E também, o novo propósito desse blog – que é o de falar bem e elogiar a quem merece mas, principalmente, o de reclamar, botar a boca no mundo, falar mal e criticar aqueles que prestam serviços horrorosos e até desumanos à nossa sociedade.

E que me trouxe novamente à esse espaço para reclamar (tava demorando) foi a nossa velha amiga Oi. É, a operadora de ‘telemóvel’ mais cri-cri de toda terra tupiniquim. Sei que a Vivo tem suas falhas, assim como a Tim e a Claro, mas nesses últimos anos a Oi tem me tirado o sono constantemente. Mas calma, antes de meter o pau na dita cuja, queria dizer que antes do último episódio que irei relatar nos próximos parágrafos, a Oi foi atenciosa e generosa me oferecendo promoções e descontos sem eu nem solicitar. Ponto positivo pra ela. Mas também, depois de tantos ‘foras’…

Mas, vamos lá. Cadê meu iPhone 4??

Como alguns de vocês já sabem, há pouco menos de 2 meses aportaram por aqui um dos gadgets mais cobiçados da Apple: iPhone 4. Essa nova versão veio pra por seus concorrentes pra comer (mais) poeira. Mas, mesmo antes deles chegarem, eu, como um bom entusiasta dos produtos da maçã, já comecei a me mexer pra viabilizar a aquisição desse novo ‘brinquedinho’ , que pra mim é muito mais do que isso mas ninguém acredita. Anyway…

Fiz alguns contatos com amigos, parceiros de lista, vendedores e importadores para sondar a possibilidade de trazer/comprar um pra mim. Nem precisa dizer que os valores cobrados lá fora, mesmo com as taxas e tributos ainda ficam mais baratos que comprando aqui, né? O único mal: pagamento à vista. E isso é coisa pra rico ou economista. Como no momento não sou nenhum dos dois, acabei desistindo de comprar lá fora e decidi esperar chegar ao Brasil.

Pois bem, chegou. E lá vai eu sondar na minha amada operadora Oi a possibilidade de adquirir um, tendo em vista que eu possuo o Oi Conta Total 3 e, segundo eles mesmos, isso me garantiria um desconto na conta de R$ 1.750,00 dividido em 10 meses de fatura. Bastante atraente, porém, um problema: os aparelhos haviam acabado. Até entendi esse ‘acabar’, tendo em vista a quantidade de aparelhos que eles compraram (poucos) X a demanda de gente interessada em por as mãos numa iPhone desses.

Mas aí me veio uma surpresa legal: Me disseram que eu poderia me cadastrar lá e, assim que chegasse os novos aparelhos (segundo eles, chegariam em menos de 1 semana) eles entrariam em contato e eu poderia tranqüilamente me dirigir à loja em questão e comprar meu ‘iP4’ em 10 suaves prestações e com um descontão! =) Saí de lá com um sorrisão na cara e, ansioso, esperei durante todos os longos 7 dias que se passaram como se fossem anos. E nada. Ninguém me ligou.

Me dirigi à loja – essa, no Shopping Barra – e relatei o fato. Me disseram que haviam chegado e acabado. Pô!!! E eu?!! Pacientemente, imaginei que outros tantos sortudos estariam na minha frente na tal lista e acabaram comprando o aparelinho da Apple. Solicitei novamente que me avisassem caso os novos aparelhos chegassem. segundo eles, dentro de 15 dias. Esperei. Mas não sem fazer nada….

Fui imediatamente à outros 3 shoppings da cidade – Iguatemi, Salvador e Paralela – e fiz a mesmíssima coisa: perguntei pelo iP4, me disseram que chegou mas já tinha acabado (eles só sabem dizer isso…), me cadastrei em todas essas lojas (no Salvador Shopping, me cadastrei em 2 lojas da Oi) e aguardei. Pacientemente.

Antes desses intermináveis 15 dias passarem, ouvia de todos os lados amigos e conhecidos comentando que já haviam comprado. Na Vivo, na Claro, na Tim… e até na Oi. Comecei a me sentir um otário e resolvi buscar essas outras operados afim de avaliar as condições e pacotes para se adquirir o iP4. De todas, a mais atraente foi a da Vivo: R$ 1.200,00 (16gb) em 10x no cartão + R$ 150,00 (aproximadamente) para a multa pelo cancelamento do contrato da conta – ele já vem desbloqueado.

Mas, mesmo a Vivo me esfregando na cara esse iPhone4, decidi esperar pela Oi e comprar na mão deles. Afinal, eu praticamente não pagaria pelo iPhone4 comprando-o na loja da Oi…

E assim os 15 dias passaram e lá vai eu, novamente, em algumas dessas lojas saber se os aparelhos haviam chegado. Nada. segundo eles, só em novembro. Outros, com a velha conversa que ‘chegou mas acabou’ e não sabiam quando chegariam mais. Outros, afirmando que só chegariam em dezembro. Pô… já comecei a ficar sem paciência…

Depois de ouvir de minha amiga @vickasuarez sobre um problema que ela teve na Revlon e que, após tuitar sua queixa no Twitter, foi prontamente atendida por eles, com os mesmos enviando um novo produto para sua residência. Diante dessa experiência, resolvi fazer o mesmo no meu Twitter: desabafei e falei sobre como poderia me cadastrar em várias lojas em vários lugares e não receber nem uma satisfação à respeito? Sou cliente há vários anos, procuro pagar minhas contas em dia, apesar de tantos problemas com a Oi ainda continuo apostando nela (sabe Zeus porque…) e acreditando que não preciso migrar (mais uma vez) para outra operadora. Ou preciso?!

Essa é a questão atual. No feriado de ontem – dia dos comerciários – a Oi me surpreendeu mais uma vez. Me mandou um tuite. É!… à princípio pensei que fosse gozação de alguém mas era ela mesmo. Me escreveu dizendo que os novos iPhone4 haviam chegado em algumas lojas e me pediu que eu me dirigisse à elas para adquirir o aparelho. Na agonia e na felicidade, acabei indo correndo e dando de cara na porta fechada do shopping. Era feriado… =P

Mas hoje, ao abrir o shopping, fui logo ver se os aparelhos já estavam lá à minha espera!!….. (pausa pra respirar)… Pois é… não estavam. E, segundo o atendente, os aparelhos só chegariam em dezembro. Fui em outras duas lojas em outros 2 shoppings e a mesma coisa. Cheguei a tuitar pra eles (pra quem quer saber, o twitter deles é @digaoi ) solicitando que entrassem em contato comigo para vender pelo telefone – um amigo meu conseguiu comprar assim – ou mesmo, que me informassem QUAIS eram as lojas que tinham recebido os aparelhos (porque as que eu fui só recebem promessas…). Nada. Solicitei a mesma coisa pelo telefone e eles ficam jogando a gente pra lá e pra cá nos fazendo parecer uns bobos.

Não sei se é de propósito, não sei se é falta de organização e de informação pra eles e entre eles, não sei se é máfia (só compra quem conhece alguém lá dentro), não sei se foi puro azar da minha parte, não sei se foi tudo isso junto ao mesmo, Não sei se a Apple está contra mim (duvido, rs). Só sei que QUERO comprar o iPhone4, PRECISO comprar meu iPhone4, e a minha operadora OI não está querendo ou conseguindo.

Em consideração aos bons momentos juntos que passamos vou esperar. Mas em consideração aos maus tratos e descasos no atendimento, não vou esperar muito.

Agora tenho que ir… a Vivo acabou de me ligar.

Fui!

C.

 


Repercussão positiva… será?

abril 26, 2010

Fala, meu povo!

Cá estou eu de volta, no intervalo entre um projeto e outro pra bater papo, desabafar, criticar, sugerir, enfim… escrever sobre tudo e todos! Sem distinção!  =P

Pois é… a bola da vez é prata da casa mesmo: Um post do meu blog, de quando Nicolle ainda estava com 33 semanas e blá – para ver o post clique AQUI – onde eu relatava a evolução semanal de minha filhota que estava prestes a nascer.

Independente do texto do post, o que parece ter chamado realmente a atenção de algumas futuras mamães foi a imagem, que era uma adaptação do convite do Chá de Bebê, baseado no modelo de fraldas que a gente mais gosta, a Pampers. Vejam:

Recebi algumas mensagens dessas pessoas comentando sobre como o convite estava lindo, bacana e tal, e pedindo pra poder “copiar” ou “ensinar a fazer”. É interessante ver um trabalho nosso sendo reconhecido, apesar d’eu mesmo não ter achado essa “criação” minha original – vi algo parecido em algum lugar e minha mulher também, tanto que foi ela quem sugeriu algo desse tipo – , na verdade foi uma alternativa rápida já que a minha idéia mesmo era fazer algo… digamos… tridimensional. Não vou citar pra não “chuparem”. =)

Mas, enfim, essa situação me faz recordar de outros momentos na minha vida onde recebi alguns elogios por isso ou aquilo (muitos deles eu nem concordo, mas…) e que, na verdade, com o passar do tempo e com a experiência adquirida, esses “elogios” não são tão valiosos quanto deveriam ser.

Sei que alguns irão me criticar por estar escrevendo isso, e em parte, têm razão. Mas, vou explicar o contexto: Sou o primeiro a dizer que uma palavra de apoio, de valorização, de agradecimento e de reconhecimento são peça-chave para um bom relacionamento e mais, de motivação para o indivíduo, tanto pelo lado pessoal como profissional. Mas já imaginaram se, por exemplo, pegarmos um artista famoso… sei lá… vamos inventar um. O Bill Miklos! Pronto…

Bill Miklos, artista gráfico, pintor, reconhecido por muitos e tal. Já imaginaram o que o Bill Miklos faz pra sobreviver? Pintar, é claro! Criar peças gráficas, artísticas, quadros, painéis decorativos, etc. E todos que conhecem o trabalho do Bill, sabem os anos que ele investiu em cursos, em aprendizado, investindo em sua arte, em seu talento, em seu trabalho. Por isso mesmo, o aplaudem quando o vêem numa exposição, ou comentam positivamente quando lêem à seu respeito numa revista. Muitos adorariam ter um quadro do Bill em sua sala, ou mesmo, um painel super-bacana e bonito na sala de reunião do seu escritório. Mas esses muitos que “desejam” tudo isso, se esquecem que tudo isso que Bill faz… tem um preço. O preço do seu esforço, do seu talento, do seu trabalho.

Poucos reconhecem o trabalho de um artista, muitas vezes galgado em anos de dinheiro investido em material, em escolas, cursos, academias, em noites mal dormidas sem mal poder curtir seu próprio filho recém nascido que, por falta de tempo, nem teve um convite para seu Chá de Bebê. Nem tem, na verdade, Chá de Bebê. Sabem porque?! Porque o seu trabalho não vendia. Ou melhor, vendia, mas não o suficiente. Os poucos que reconheciam o trabalho e talento de Bill Miklos, valorizavam os seus quadros e painéis não só com palavras de reconhecimento e admiração, mas com a valorização dele. Sabem como?! COMPRANDO os quadros do Bill. Afinal, um artista, ou mesmo um médico, engenheiro, arquiteto, músico, vive de sua “arte”, de seus estudos e investimentos constantes em aprendizado e evolução, como então, não cobrar por isso?! Pensem nisso antes de pedir algo pra alguém, pois esse “algo” pode ser o instrumento de sobrevivência desse alguém…

Essa historinha que estou contando me fez lembrar que certa vez, uns amigos meus de infância montaram uma banda. Tocavam todas as noites pra apurar o repertório e a qualidade de sua música. Em pouco mais de 1 ano, resolveram gravar um CD. E em uma de minhas visitas a um deles, pedi pra ouvir o som da banda. Adorei! Muito bom! Uma batida forte, com personalidade… muito interessante. Diria até que era “altamente comercializável”. Pois bem, logo em seguida perguntei onde estavam vendendo o CD que eu queria comprar! Mas fui imediatamente interrompido com um rompante “Não! Que é isso, Chandão!! Você é meu brother!! Toma aqui! Esse é seu!”. Nesse momento fiquei feliz em receber aquele CD que me fora dado de presente, mas… ao mesmo tempo me senti incomodado. E um pensamento me surgiu à cabeça: “Pô… fulano é gente fina, conhece um montão de gente… já imaginou? Dar um CD pra todo mundo que aparecer aqui e gostar da música dele?”. Isso tem um lado interessante, o lado do Marketing. Faz bem abrir mão de uma parcela do seu produto pra investir em auto-promoção. Mas o que eu havia pensando se tornou realidade. Eles deram mais CDs do que venderam. Resultado: Não duraram 3 anos. Não foi por falta de talento. Isso eu sei. Talvez tenha sido por falta de visão empresarial, visão empreendedora, ou algo do tipo. Queria ter estado mais por perto pra poder ter ajudado a “vender” esses CDs. Mas o fato é que, eu não aceitei o presente que ele me deu. E ele não se sentiu mal, sabem porque? Por que eu disse pra ele: “Nego véi, me deixe valorizar ainda mais o seu trabalho. Me venda seu CD. Faço questão.”… ele chorou, me agradeceu, e me vendeu o seu CD que guardo até hoje com  muito carinho e ouço sempre que dá vontade.

E assim como ele chorou, eu também chorei, mas não só nesse momento, em muitos outros. Quando vejo um trabalho bem feito, seja por quem quer que seja, se sinto vontade de ter, aprender, etc… a primeira coisa que pergunto é “quanto custa? ” E, a depender do que seja, não aceito pagar menos do quanto acho que vale. E se achar caro, ou peço um desconto “viável” ou agradeço e vou embora.

Talvez seja isso que falta em muita gente: a sensibilidade para perceber que tudo na vida tem o seu valor. Cabe a nós nos valorizarmos perante a sociedade (consumista ou não) e sabermos dar valor às coisas. Não sei se vocês sabem mas, nesse mundo em que vivemos, nada é de graça. Até o ar que respiramos tem um “preço”.

Desculpem se me fiz alongar, mas coisas como essas me fazem refletir bastante à respeito. Já existiu uma época em que eu “dava” meus trabalhos em troca de promessas, de trocados e até por pena de algumas pessoas que pareciam pobres ao ponto de ter uma empresa de quase R$ 500.000,00  e não poder bancar um cartaz de R$ 300,00. Esse tempo acabou.

Às pessoas que me procuraram na época – como estava sem acessar meu blog, acabei nem respondendo à tempo e seus filhos já devem ter nascidos, rs – e às que me procuram ainda para pedir certas “ajudas” só tenho algo a dizer: Sou Ilustrador e Designer. Investi mais de 20 anos na minha vida profissional, acordo todo dia às 5h30 da manhã pra cuidar de minha filha, sair de casa pra encarar quase 1 hora de engarrafamento pra deixá-la com a babá na casa de minha mãe, depois mais meia-hora para o escritório onde fico 8 horas seguidas (quando não faço hora extra) trabalhando, depois saiu constantemente pra reuniões de trabalho ou mesmo, volto pra casa pra dar continuidade a outros projetos, depois pego minha filha e minha mulher e vou pra casa, depois de quase 1 hora de trânsito, chegando por muitas vezes às 22h em casa e mal sobrando tempo pra curtir minha mulher e minha filha por conta do cansaço e da exaustão, sem contar os finais de semana que tiro pra trabalhar pra aumentar o faturamento familiar e dar uma vida melhor para elas, sobrando-me pouquíssimo tempo para ler um bom livro, ir à praia, levar minha mulher ao cinema, minha filha ao parque, sair pra tomar umas com os amigos, enfim… CUSTA CARO abrir mão de certas coisas. Já imaginou se todo mundo que chegasse pra mim e me pedisse que criasse um cartão de visita, uma logo para sua empresa, um mascote para sua escola, uma ilustração para o seu produto, eu desse? Ia viver de quê? De doação? Quem iria doar pra mim comida, roupas, combustível e alimento para minha família? Na vida temos que fazer escolhas o tempo todo. E a minha escolha de vida atual, foi ser profissional e agir como tal. Quer ganhar alguma coisa de mim? Prove que merece.

E pergunto pra essas mesmas pessoas se quando elas vão à alguma loja, pedem uma roupa de presente? Quando vão à um restaurante, pedem uma refeição de graça? Quando estão doentes e vão ao médico, o atendimento é gratuito?! Se outros fazem caridade, eu não faço. Ou melhor, até faço. Mas, como diz agora há pouco, pra quem merece e pra quem eu acho que  precisa.

É isso…

Me desculpem os que não concordam comigo, afinal todos têm o direito de discordar. Também não quero assumir uma postura radical à ponto de “nunca fazer nada de grátis pra ninguém”, mas em determinada circunstâncias, acho que cabe à nós, cidadãos consumidores que somos, reconhecer um trabalho e dar o devido valor a ele. Pois pra mim, é mais fácil dar de cortesia um trabalho meu pra alguém que se oferece a pagar do que a quem já chega “pedindo”…

Eu penso assim.

C.


“Fui lesado pela Oi”

julho 10, 2009

OIeh um cuO post de hoje é de protesto.

Vou tentar ser o mais breve possível (mesmo duvidando que eu consiga essa façanha).

Estou com um sério problema com a Oi. Na verdade, “alguns”. Antes de entrar na adorável companhia que chegou no mercado encantando a todos com seus chips de 30 anos, aparelhinhos bacaninhas (que segundo eles nem era celular, era um “Oi”), pacotes baratos, eu era cliente da Claro. E diga-se de passagem, cliente feliz! Já tive problemas com a Vivo e a Tim que me tiraram o sono e com a Claro uma vez, mas felizmente foi resolvido da melhor forma para ambos. Da Oi só ouvia bons comentários apesar de ouvir que eles eram a única operadora que não dava aparelho em suas promoções.

Porém, analisando os planos e os aparelhos novos resolvi migrar para a Oi. Como minha mãe já tinha um Oi, resolvemos trocar de aparelhos e substituir nossas titularidades. Minha mãe conseguiu fazer isso facilmente na Claro. Já na Oi, eu teria que esperar vencer o prazo de fidelidade para isso. Até aí tudo bem.

De repente surge uma das melhores promoções no setor: Oi Conta Total. Telefone fixo + celular + internet. Tudo junto. Pelos preços e pacotes apresentados valia muito a pena. Como eles mesmos sugeriam nas campanhas levantei meus custos e constatei que realmente migrando pro Oi Conta Total reduziria em torno de 20% os meus gastos. Topei. Fui lá na loja (não poderia resolver pelo telefone) e solicitei a migração do meu telefone fixo (no meu nome!), da minha internet (também no meu nome!) do meu celular (em nome de minha mãe ainda) e do celular de minha mulher (no nome dela, conta cartão). Maravilha. Em menos de 40 minutos já estava tudo funcionando, só restando mesmo configurar a velocidade da internet (a minha anterior era 600KB e passaria então para 1MB).

Mas alguns dias e estava tudo funcionando que era uma beleza: telefone fixo “de graça” para qualquer lugar de Salvador, 300 minutos para qualquer celular (na época meu plano era o Oi Conta Total 2) e internet de 1Mb da melhor qualidade (acredite, já foi boa…). E assim se seguiu esse cenário durante vários meses. Um probleminha de conexão aqui, um atraso na entregade modem ali, falha nas chamadas, mas nada que gerasse meu profundo descontentamento.

Um belo dia surge uma promoção super legal que era agregar ao plano um pacote Sky (TV a cabo). Bastava escolher no site da Sky qual pacote mais me interessava, e informava a Oi para habilitar e em menos de 10 dias estaria com um receptor aos meus pés aproveitando o melhor de filmes, seriados, documentários, desenhos e tudo mais que uma TV a cabo pode oferecer. O custo disso? Não me lembro ao certo mas valia a pena.

Aí começam os problemas:  0s 10 dias previstos para instalar a Sky passaram e nada. Liguei pra reclamar e me informaram que não poderiam instalar (porque não ligaram antes para informar, hein?). Depois de perguntar o porque, me disseram que havia dois CPFs na minha conta. Estranhei à princípio mas depois imaginei que fossem o meu e o de minha mãe, já que haviamos juntado o celular (em nome dela) e  o fixo (em meu nome). Como resolver isso? Deixando a conta com apenas um CPF. E como só daria pra fazer isso na loja, lá vamos nós (eu e minha mãe) com documentos e fotocópias até os dentes para apresentar e passar tudo para o meu nome e para o meu endereço (mais do que óbvio, né?).

Após mais de 1 hora sentados numa loja da Oi no Shopping Barra, nos fora informado que tudo estava resolvido: o Oi Conta Total estaria todo no meu nome e CPF. E achando isso, passei os próximos 2 meses usufruindo dos serviços e pagando normalmente as contas (desisti do Sky). 3 meses depois, olhando por acaso a minha fatura (tenho o péssimo costume de pagar as contas sem olhar os detalhes dela) percebi que ela chegara lá em casa (antes ia pra casa de minha mãe) AINDA em nome de minha mãe. Ao ligar pra lá pra saber, ninguém soube informar sobre nada. Apresentei o protocolo da transferência e mesmo assim, me disseram que teria que me dirigir até uma loja Oi (começa a palhaçada aí) para descobri qual o problema. Chegando lá (mais uma vez levando minha mãe contrariada – com toda a razão) advinhem? Disseram que pra resolver, eu teria que ir na sobreloja para usar um dos telefones (linha direta) para falar sabe-Zeus-com-quem para tentar descobrir qual a falha/problema e tentar solucionar. Preciso dizer que saí de lá puto da vida e sem resolver nada? Resultado: Até hoje minha conta ainda está no nome de minha mãe.

Pra não perder mais tempo e esquentar mais ainda minha cabeça deixei isso pra lá e segui com minha vida normalmente. Depois de algum tempo, resolvemos migrar para um plano mais robusto: Oi Conta Total 3 com 500 minutos inclusos para qualquer celular ou fixo em Salvador.

Outro belo dia, precisamente dia 03 de junho desse ano, recebo a informação da Oi de outra promoção: pacote de dados para celular por 2 meses de graça para degustar, podendo cancelar à qualquer momento sem multas. A atendente falou sobre a promoção e me indicou que se quisesse saber mais detalhes que acessasse o link no site deles. Veja a baixo:

promo pacote dados 3g

Fui lá, verifiquei o que me interessava mais – 10GB por 99,90 – e solicitei a participação. A atendente me alertou que a promoção duraria até o dia 16/07 (meu aniversário, por sinal!) e que dentro desse período nada seria cobrado. Nunca fiz questão de pacote de dados (tenho internet wifi em casa, no trabalho, no curso e sempre uso os hotspots dos shoppings por onde passo). Como me pareceu uma forma de experimentar esse serviço, resolvi aceitar. Ela me passou então os dados pra acessar (APN: gprs.oi.com.br /  Login: oi /  Senha: oi ). Até questionei se eu não poderia alterar esses dados para personalizar e deixar mais seguro e ela me disse que não havia necessidade e que o serviço só seria cobrado na fatura de 07/08 (os R$ 99,90 + excedentes caso houvesse).  Até imprimi essa página na internet, anotei alguns detalhes, o protocolo que ela me passou e até o nome dela (Mariana, se não me engano) mas como estava saindo pra aula larguei em algum lugar que não me lembro. Enfim, isso não importava. Até agora.

Até aí, tudo bem. Percebi que quando estava em trânsito conseguia receber e-mails, acessar websites, receber a meteorologia, usar o twitter e algumas outroas coisinhas. Como optei pelo pacote maior (10GB) e como estaria até o dia 16/07 “de graça” fiquei à vontade. Porém, para quem não sabe, quando você está em um ambiente com WiFi habilitado no seu aparelho, por ser mais rápido, ele automaticamente substitui a rede Edge/3G pelo Wifi, poupando seu pacote. Pra mim estava mais do que bom! Até agora…

Recentemente recebi minha conta telefonica e qual não foi minha surpresa: quase R$ 2.500,00 para pagar. Eu só conseguia rir, eheh. Só podia ser engano. Como pode? Imediantamente liguei para a central da Oi e relatei o fato como relato aqui para vocês. O que ouvi foi que meu caso seria levado para avaliação em no máximo 1 semana entrariam em contato para me dar uma resposta. Desde então estou sem poder usar meus celulares (o meu e o de minha mulher – ambos vinculados no Oi Conta Total).

A data limite foi hoje e até então não tinham me ligado. Sendo assim, liguei pra saber e fui informado por eles que não reconhecem esse erro e terei que pagar essa dívida, é mole? Só que não vão sair dessa tão fãcil assim não. Depois de tentar entender todos os detalhes da conta, por exemplo: se um pacote de 10GB custa 99,90 como pode um item de 150KB custar R$ 175,00?? E o engraçado: No momento em que foi computado, eu estava em casa usando meu WiFi… eheh… só dando risada, né?

Bom, atitudes drásticas serão tomadas para resolver essa situação e vou lutar até o fim pra não ser prejudicado, até porque, a conta se encontra no nome de minha mãe e se eu não posso ser lesado desse jeito, ela muito menos. As empresas – e não me refiro somente as de telefonia –  precisam aprender a respeitar mais o seu público consumidor. Afinal, sem ele eles não faturariam os milhões que faturam todo ano. Ouço e leio sobre casos e mais casos que surgem à cada dia sobre pessoas que são prejudicadas, lesadas, ludibriadas com falsas promessas, com valores excusos embutidos em faturas, etc. Algo precisa ser feito. E será.

É isso. Se alguém leu esse texto até aqui e se interessou pelo meu problema ou mesmo quiser compartilhar situações parecidas para buscarmos juntos uma solução para problemas como esses estou à disposição para conversar: meu contato direto é chanvaz@gmail.com

E vamos aguardar o desfecho dessa história.

C.


É HOJE!!!

maio 13, 2009

eh hoje

Finalmente chegou a hora!!!

Após meses de gestação, várias pesquisas feitas, bate-perna para fazer compras, reformas de quarto, chás-de-bebê, noites mal dormidas, horas pensando e sonhando alto e acordado… finalmente acabaram. Agora é pra valer!

Hoje Nicolle chega pra nos encher de mais alegria e para despertar novas sensacões e sentimentos somente conhecidos por quem já vivenciou momentos como esse. Singulares, sem dúvida!

Como hoje nosso dia será corrido, venho aqui para contar essa novidade maravilhosa pra vocês e para deixar algumas dicas para quem quiser acompanhar de pertinho (ou não!) esse momento mais do que especial.

Como alguns já devem saber, o parto será no Hospital Aliança, aqui em Salvador, Bahia. O horário nós ainda não temos mas Kika já está fazendo sua primeira (e última!) refeição do dia antes do parto. Como ela irá dar entrada na maternidade aproximadamente às 15h, acredito que o parto ocorra algumas horas depois.

Pra quem quiser nos visitar nos próximos dias, o horário para visitas é das 10h as 21hs. Assim que souber o número do quarto informo entre em contato comigo pelos telefones 8876-2842 ou 8708-0032 ou por e-mail chanvaz@gmail.com, eu deixa uma mensagem/comentário aqui no blog que eu respondo o mais rápido possível.

No mais, é isso aí… a ansiedade voltou e o desejo e a curiosidade de ver minha filha e tê-la em meus braços é maior que tudo!!!

=)))

Fui!! Desejem-nos sorte!!!

C.


38 semanas: Falta pouco!!!

maio 8, 2009

DSC_0039

Putz grila!!!  Me perdoem o palavrão, mas… chega dezembro mas não chega semana que vem!!

Basta a gente estar ansioso com alguma coisa pra essa coisa demorar a acontecer, é verdade…

Pois bem, essa semana (pra variar) foi bastante corrida e profissionalmente falando nada produtiva. Nem podia. Minha cabeça estava totalmente voltada para a chegada de minha filhotinha.

Mais uns dois ou três ajustes e Nicolle estará pronta para nascer. Ela sabe que precisa se sentir quentinha do lado de fora do útero de Dona Kika. Por isso, a camada de gordura sob sua pele aumentou um pouco, regulando melhor a temperatura corporal.

Os intestinos deram mostras de que estão funcionando bem e formaram o mecômio, uma substância verde considerada o primeiro cocô do bebê (urgh!). De onde veio isso? Do líquido amniótico, que estava misturado com os restos da cera e da lanugem que protegiam a pele do bebê. Como ela inala e engole continuamente esse fluido, seu aparelho digestivo produziu a massinha esverdeada, que será liberada só depois do nascimento.

Fico aqui imaginando como irei me comportar diante do momento do “É agora! Vamos pra maternidade!”, ou então da hora de estar na mesa de cirurgia acompanhando Kika, segurando a mão dela, “tentando” fotografar ou filmar alguma coisa (uma boa dose de whisky 12 anos antes do parto vem bem à calhar…), na hora de tê-las em meus braços pela primeira vez (nunca carreguei um recém-nascido… medo de machucar, sabe?), no momento em que vou ter que limpar cocô, xixi, gofadas e afins (e tentar não vomitar), enfim… nos milhares de momentos que terei com ela daqui pra frente e que, sem dúvida, serão inesquecíveis…

É… filho mexe com a gente. Algumas pessoas não gostam, outras evitam, outras só gostam do filho dos outros, outras preferem enquanto são bebês, outras quando tem de 1 a 3 anos, outras só quando estão adultas, ehehe (adolescente ninguém gosta… não sei pq?… =P). Mas filho é filho. Por mais que as vezes percamos a paciência com eles por alguma razão, jamais deixaremos de amá-los, de pensar neles, de nos preocupar com o bem estar e o futuro deles (vixe… tô parecendo gente adulta falando!…).

É verdade… tá chegando a hora. Falta pouco pra eu mudar de estado civíl mais uma vez. Pai. E depois que Nikki nascer o próximo “sonho” a ser realizado será a de ouvi-la me chamando de PAPAI…

(Pausa pra segurar o choro)

Bem, ontem levei Kika pra fazer alguns exames de sangue antes do parto (coisa de rotina) e mais uma injeção pra amadurecimento pulmonar pra Nicolle. Hoje, Kika vai pra última ultrassom pra avaliar o estado atual da minha bonequinha e marcar definitivamente a data do parto. Não sei se vou poder ir pois tenho aula, mas vou instruí-la a convencer a Drª a mudar o parto pro dia 12. Vamos ver no que vai dar…

Ah… já iá me esquecendo! A foto de hoje do post é um tira-gosto do que rolou ontem na sessão de fotos com meu cunhado-fotógrafo, Valter Jr. As fotos ficaram muuuito massa! Vamos fazer uma pré-seleção (foram umas 300 fotos) para nesse final de semana postar algumas no orkut pra quem quiser ver! (Se quiserem o contato dele é só falar!)

Rolou também um Chá de Fraldas surpresa lá na Mazana! Bom… não foi tããão surpresa assim… já desconfiava, rs. Mas foi bom ver os colegas de trabalho se reunindo pra comer torta e ganhar mais fraldas!! Valeu galera!!! Pelos nossos cálculos acho que já temos fraldas pra pelo menos 1 ano. Espero que dure mais… ehehe

Bom, hora de ir. Nesse final de semanas vamos terminar de arrumar as últimas coisas pra hora do parto. E pra finalizar, ainda tenho que fazer compras pra o almoço de domingo dos Dia das Mães. Tema: Oriental, é claro! ehehe… Eu e Sérgio (irmão de Dudu) vamos preparar um almoço japonês pra as atuais e futuras mamães – Zu, Vicka, Kika e Paulinha. Vou tentar fazer algumas fotos do making of e dos pratos prontos pra postar lá no orkut também.

Ó… já estão me agoniando aqui. Fui! Bom final de semana e bom Dia das Mães!

Ah! Outra coisa: não esqueci a dica de semana não! Mas como o post foi longo, daqui pra segunda-feira faço um posto só com as dicas, valeu? ehehe

Inté!

C.


35 semanas: Big baby!

abril 17, 2009

big_baby

Antes de iniciar o post de hoje queria me desculpar com meus leitores.

No post anterior disse que nessa semana faríamos o ultrassom em 3d. Engano meu. Na verdade foi o ultrassom com doppler colorido. É quase a mesma coisa só que com algumas imagens coloridas. Perdoem a nossa falha…

Bem, quanto à foto que prometi colocar vou ficar devendo. Infelizmente (ou felizmente!) Nicolle está muuito grande. E durante o exame não conseguimos nenhuma imagem que mostrasse-a de forma clara (só vultos, manchas e o “vapt-vupt” de seus movimentos incessantes). Fico devendo essa. O que importa mesmo é que ela está bem, está evoluindo direitinho, com saúde, energia e tudo indica que seu nascimento ocorra mesmo por volta do dia 20 de maio.

Pois é… minha Ninikki tá enorme e o espaço dentro do útero cada vez mais apertado. A “pequena” não para de ganhar peso. Ela acaba de passar dos 2,5 kg e, por isso, suas pernas e seus braços ficaram mais gordinhos nesta semana. Nicolle também deu uma espichada e, da cabeça aos pés, agora mede aproximadamente 45 centímetros. Como sempre, ela continua chutando, mas tem dado um tempo nos pontapés e em outras estrepolias. Afinal, o útero já não permite movimentos muito expansivos… Depois que ela nascer, aí, sim, vai voltar a dar muitos chutes e cambalhotas. Será que vai gostar de artes marciais??…

Por outro lado, a barriga de Kika – que agora merece, com todas as honras, ser chamada de barrigão – subiu mais um pouco. São 40 centímetros de altura e, desse jeito, mal sobra espaço para a bexiga inflar. É tanta pressão que, a cada instante, ela cobra dela uma nova corrida até o banheiro. Mas a jornada da gravidez está quase no fim: faltam só cinco semanas para nossa cocotinha nascer.

A ansiedade vai e vem e níveis diversos, tudo dependendo da hora do dia e do espaço livre na mente. Mesmo assim, uma coisa ali e outra acolá, sempre paro pra pensar nela. Parece até coisa de namorada… coisa de quem tá apaixonado de verdade: penso nela o dia todo, fico imaginando ela do meu lado, imaginando como será seu cheiro, seu rostinho, poder ouvir seu choro e seu sorriso por estar perto de mim, responder com barulhos e movimentos aos chamados do pai… enfim…. minha filha mal chegou e já sou completamente apaixonado por ela. =)

Ah…. outra coisa. Como estamos nas semanas finais e em breve Nicolle terá seu próprio blog na rede vou dar umas dicas sobre a gravidez que aprendi durante esse tempo. Espero poder ajudar a quem já é mãe e a quem vai ser! E pra quem vai ser pai também! ehehe Boa sorte pra nós!

A dica de hoje é:

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O ENXOVAL DO BEBÊ

Duas regras são básicas para montar o guarda-roupa do recém-nascido.

A primeira você deve ter ouvido milhares de vezes, mas não custa nada relembrar: não deixe para resolver essa pendência nas últimas semanas de gravidez. Você, futura mãe, vai estar cansada e sobrecarregada com outras tarefas. Por isso, monte o enxoval assim que for possível. É importante que o pai também ajude e participe de tudo. Se não for possível… a ajuda dos avós, padrinhos, tios e amigos também é muito bem vinda! =)

A outra recomendação é não estocar muitas roupas. O ideal é de início adquirir apenas algumas peças nos tamanhos recém-nascido e pequeno. A partir daí, você só precisa renovar a coleção de acordo com o crescimento da criança e a estação do ano.

Para o bebê

  • 6 conjuntos de pagão
  • 6 macacões compridos
  • 6 macacões curtos
  • 2 casaquinhos de lã
  • 3 mantas de lã ou linha
  • 4 camisetas
  • 2 dúzias de fraldas de pano
  • 6 pares de meia
  • 2 toucas
  • 4 pares de sapatinhos
  • 6 babadores

Para o berço

  • 4 jogos de lençóis
  • 2 lençóis avulsos
  • 4 fronhas
  • 2 cobertores
  • 1 endredom
  • 1 protetor de colchão
  • 1 par de protetores de berço

Para o banho

  • 3 toalhas com capuz
  • 3 toalhas sem capuz
  • 3 toalhas de fralda

Para a higiene

  • Fraldas descartáveis (muitas!! Se for possível, faça um Chá de Bebê ou Chá de Fraldas)
  • Sabonete neutro
  • Shampoo neutro
  • Saboneteira
  • Lenços umedecidos
  • Pote com tampa para guardar chumaços de algodão
  • Hastes flexíveis de algodão (cotonettes)
  • Lenços de papel

Para o carrinho

  • 3 jogos de lençóis

Os brinquedos são um item à parte. Eventualmente vocês podem ganhar dos amigos e familiares mas caso isso não ocorra, dêem preferência à comprar chocalhos e bonecos de pano, onde o bebê vai poder experimentar algumas de suas primeiras sensações aqui fora como barulhos, sons, texturas diversas, etc. Os preços e marcas variam bastante. Procure alguns que sejam bem versáteis, confeccionados em material atóxico e de preferência que não sejam caros (a faixa média que encontrei foi entre R$ 15,00 e R$ 80,00 os chocalhos e, entre R$ 30,00 e R$ 110,00 os bonecos de pano).

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Outro item muito divertido e útil são as Cadeiras Vibratórias (as musicais que vibram são fantáticas e custam em média R$ 300,00 mas vale a pena!) com bichinhos para o bebê brincar e se distrair. E quando está vibrando deixa o bebê relaxado fazendo-o pegar no sono rapidinho… E de quebra ainda serve como bebê conforto (que é um item caro que se perde rapidamente), sendo facil de transportar para qualquer lugar.

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Os Móbiles para o berço ou para o carrinho de passeio também são interessantes (os valores vão de R$ 70,00 até R$ 400,00 – o gosto e o bolso é quem mandam aí…). Além de entreter e divertir a gurizada ainda decoram de forma alegre os “cantinhos” do seu bebê.

mobile-berco

Tapetes Multiatividades são outro item bem legal que pode divertir seu filhote por algumas horas (talvez menos, vai depender da criança). Existem os mais simples só com a estrutura básica do tapete em EVA que podem ser encontrados na faixa de R$ 70,00 à R$ 90,00 (dependendo da marca, talvez mais…). Tapetes mais sofisticados com direito a diversos itens de interação como tecidos texturizados, buzinas, espelhos e brinquedos acoplados no tapete e sobre ele numa espécie de “tenda” com penduricalhos diversos podem ser encontrados na faixa de R$ 300,00 à R$ 400,00.

tapete-evatapete-multiatividades1

São brinquedos relativamente caros para a maioria da população que ganha uma merreca, eu confesso, mas podem exercer um controle bem bacana sobre o seu filho deixando entretido e relaxando-o enquanto os pais se preocupam com outras coisinhas… Vale a pena pensar a respeito.

É isso, semana que vem tem mais. Nesse feriadão que vem aí… vou trabalhar (pra variar). Com minhas férias chegando em junho todo tempo escioso pra mim tem que render! afinal, quero aproveitar o máximo possível minha Ninikki quando ela chegar, ehehhe! Êta ansiedade da peste!!!

Bom final de semana e bom feriadão pra todos!

Inté!

C.